
Hoje, das 82 cadeiras do Senado, 12 são ocupadas por suplentes, que não tiveram um voto sequer. Sem contar com Edison Lobão Filho, que deve assumir a vaga do pai, futuro ministro das Minas e Energia.
Antes mesmo da posse, Edinho, como é conhecido, já é alvo de denúncias de sonegação de impostos, uso de “laranja” para ocultar sociedade e uso irregular de canal de televisão. Ele nega as suspeitas.
Cada senador é eleito com dois suplentes. Se o titular se licenciar por mais de 120 dias, se morrer, renunciar ou for cassado, o suplente assume o mandato. É polêmico, mas é a lei. Segundo entendimento da Mesa do Senado, senadores não podem ser investigados por supostos crimes cometidos antes do mandato. O ex-senador Joaquim Roriz renunciou por envolvimento em denúncias de corrupção. Seu suplente, Gim Argello (PTB-DF), está no cargo, embora esteja envolvido nas mesmas denúncias. Mas ele ainda não era senador.
A escolha de suplentes geralmente é feita entre parentes ou financiadores de campanha. Para mudar esta prática é preciso mudar a própria Constituição e isso depende dos próprios parlamentares.
















































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