sábado, 8 de dezembro de 2007

A AVALIAÇÃO DOS SENADORES

SERÁ PUBLICADA DA SEGUINTE FORMA :

  • OS QUE SÃO FORMADORES DE OPINIÃO . TEM VISIBILIDADE NACIONAL .
  • OS QUE ESTÃO EM BUSCA DESSE PATAMAR - OS ESFORÇADOS
  • OS SENADORES QUE SÃO SÓ DEPUTADOS FEDERAIS - OS MENOS VOTADOS
  • OS QUE NÃO PODERIAM SER NEM VEREADORES - OS BOBOS DA CORTE

O RETRATO DA IRA



ESSA IMAGEM É EMBLEMÁTICA. CAPA DA FOLHA DA MANHÃ, EDIÇÃO DE HOJE, MOSTRA UM DEPUTADO FEDERAL, GERALDO PUDIM COM UMA EXPRESSÃO DE ÓDIO E O EX-GOVERNADOR GAROTINHO COM UMA EXPRESSÃO DE RÉU, DE COITADO. UMA MANIFESTAÇÃO PÍFIA QUE NEM DE LONGE ATINGIU SEUS OBJETIVOS.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

A CPMF

Continua a briga de foice no escuro, de um lado, o Presidente Lula chama os contrários de sonegadores e outras cositas mais e a oposição paga para ver quem tem mais garrafa vazia para encher. A verdade, é que circula nos bastidores do Ministério da Fazenda, que para aprovar a CPMF o governo já teria comprometido 40 bilhões de reais. Um ano de arrecadação pela prorrogação. O natal vai ser GORDO nas altas rodas da República. Depois querem respeito. O último a sair apague a luz.

Comentários sobre a política local

O TREM BALA - Informado com exclusividade por este Blog ainda não foi notícia a implantação do trem bala entre Niterói e Campos.
O ABRAÇO AO FORUM - O ex-Governador Anthony Garotinho quer abraçar o Fórum num protesto contra o não julgamento de um pedido de afastamento do prefeito Mocaiber. A forma de pressão carreia para o ex-governador apenas sentimento de antipatia, perante à população e inclusive perante ao Judiciário, que não vê com bons olhos tais manifestações. Qualquer do povo que pretendesse armar um movimento no Fórum contra o Judiciário seria de plano rechaçado. Vamos ver como tratam alguém que em algum momento nomeava desembargadores. ESTAMOS DE OLHO.
MOCAIBER NEGA HABEAS CORPUS - Corre, à boca pequena, que o prefeito Alexandre Mocaiber com receio dos desmandos que ocorrem em sua administração tenha requerido HABEAS CORPUS PREVENTIVO, junto ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Ele nega. Eu concordo com a negativa, com essa série de desmandos o HABEAS deveria ser requerido junto à Justiça Federal já que as investigações provavelmente correm por conta da Polícia Federal.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

NOTICIA DA HORA

O Deputado Estadual Domingos Brazão acaba de anunciar as primeiras tratativas no sentido de se aprovar a criação de uma linha de trem bala ligando Niterói a Campos e, naturalmente, passando pela região dos Lagos, Macaé, Rio das Ostras e Quissamã.
Segundo o Deputado, o tempo de viajem entre Campos e Niterói seria de aproximadamente 1 hora.
É esperar para conferir.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Política e história infantil

Os jornais de Campos destacam o início da refrega política que vem por aí no ano de 2008. Ficaremos restritos a uma polarização pouco republicana entre os que seguem o ex-Governador Garotinho e os partidários do Prefeito Mocaiber e do Deputado Arnaldo Vianna.
O Garotino é aquele que faz greve de fome e briga com todo o mundo e mais alguns e, o outro grupo, é aquele que tem no seu bornal a maioria dos vereadores e que é acusado de malversação de dinheiro público que está sob investigação.
ONDE ESTÁ A HISTÓRIA INFANTIL ? Desculpe, mas fica pra próxima, aqui não tem Chapeuzinho Vermelho, só tem lobo mau.

AO TIO ZECA UM PREITO DE SAUDADES


Hoje eu estive pensando, longo tempo, sem chorar e sem sofrer também, apesar de pensar em você. O meu sentimento mais perceptível era de agradecimento, de poder ter tido você como Tio.
Desde a mais tenra infância, suas lembranças foram ficando entranhadas na minha memória como marcas indeléveis.
A primeira lembrança, ainda talvez aos três anos, é de visitar semanalmente as Lojas Americanas e comprar um brinquedo, religiosamente, qualquer brinquedo, aquele que eu escolhesse. Logo depois, a recordação mais forte, é da Ilha do Governador onde o seu apartamento, com janelas amplas e vista para Avenida, também ficava quase em frente à Rua Haia, onde morei. Ficava sempre no seu apartamento e, uma das visitas que você mais recebia, pelo menos que eu me lembre do também saudoso Teófilo, que invariavelmente me levava à janela, me mostrava alguém que passava numa pinguela do morro e dizia com uma voz de espanto: -"Aquele é o Orozimbo, cuidado com ele . . . . . “ O Orozimbo foi o meu primeiro fantasma.
Depois, minhas lembranças me levam de volta a São Cristóvão, em algum instante, além das recordações das festas juninas de rua, dos nossos almoços de domingo, de duas coisas que você as vezes mostrava, mas não deixava as crianças chegarem perto : O revolver com cabo de madrepérola e o trem elétrico. Algumas recordações são específicas e me lembro perfeitamente de uma conversa que durante algum tempo dominou as preocupações da casa. Você, Papai e Alberto, queriam investir em postos de gasolina. . . . . Naquela época de carros beberrões de 6 e 8 cilindros, devia ser uma boa, e a preocupação ficava por conta dos constantes assaltos, inclusive com mortes, que esses estabelecimentos sofriam. Trabalhavam 24 horas e a segurança era precária. As tratativas estavam em curso, quando me lembro que numa noite, ou num início de madrugada, chegou pela espiral do telefone à notícia de que o Alberto tinha tido um enfarte e tinha falecido.
Outra recordação é da Leiteria, quantas TOTA TOLAS .
Mais uma marcante, foi o dia que o seu carro foi furtado na porta da casa em São Cristóvão. Você chamou papai pela manhã e, me recordo, ele chegava sempre por volta da meia-noite, disse que quando chegou seu carro estava no lugar. Sempre com a sua característica de demonstrar que não esquentava a cabeça, mas reclamando da injustiça de ter sido você, e do carro que era zero, saiu e foi reclamar na rua, com quem poderia saber de alguma coisa, o furto do carro. Prontamente o então manda chuva do local vaticinava “ – Calma Zequinha, nós vamos achar o seu carro” . E acharam, se ainda me lembro, numa rua do Catumbi.
Nossa cumplicidade era tanta, que eu me orgulho de além de seu sobrinho, ser seu compadre. Fique tranqüilo eu olho pelo Nando.
Uma lembrança quase triste aconteceu nos idos de 77, pouco antes ou pouco depois, você trabalhava como comprador de piaçava e viajava com freqüência para o interior da Bahia para comprar produto. Numa dessas aventuras, houve uma enchente e como naquela época até interurbano era difícil, você ficou um grande período sem mandar notícias, nós já morávamos em Campos e tenho viva a lembrança das conversas de papai temendo pelo pior. O legal, é que quando você apareceu foi uma FESTA.
Eu ia crescendo, e você sempre se revelava o Tio presente, participativo e sempre antenado com a juventude.
Quantas festas juninas naquela época de MOBRAL, quantas saídas, quantas noitadas, quantas aulas censuradas e inconfessáveis, que saudades....... . . . . .
Importante lembrar, você foi o primeiro AUTODIDATA que eu conheci, lia vorazmente, sobre o que lhe caía na mão e ensinou a todos nós um hábito extremamente salutar, ler o JORNAL DO BRASIL. Quando o jornal mudou de layout, você não gostou muito, mesmo porque a linha editorial já não era a mesma e foi abandonando aos poucos.
Vovó Maria, Tia Tina . . . . As pessoas foram passando e vida ficando mais atribulada, e, embora às vezes os contatos ficassem raros, sempre eram carinhosos e os reencontros extremamente felizes.
Papai e você eram os homens que, independente de lugar, onde eu os encontrasse, beijava-os incondicionalmente.
Até a última vez, em agosto, que você desceu comigo para me mostrar onde era um banco e foi buscar uns exames, encontrar você sempre foi uma festa.
Agora, você é saudade.
Para finalizar, como às vezes você tinha reservas quanto a ir à igreja, numa dessas ocasiões em que isso era inevitável, acho que foi a 1ª Comunhão do Zé Guilherme, você para deixar a vovó brava, disse que iria se confessar e que era muito simples, entraria no confessionário e diria ao padre: - “Padre, eu pequei contra os 10 mandamentos e mais as entrelinhas”
O poeta Mario Quintana, em uma passagem do poema VIDA, nos dá a dimensão exata do pouco tempo que dispomos:
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, passaram-se 50 anos!
Dogmas sempre foram coisas complicadas, mas agora, nesse instante, eu acredito que todos aqueles que nos são caros, estão te recebendo em festa e cheios de papo para colocar em dia. DESCANSE EM PAZ. OLHE POR NÓS, NOS PROTEJA E NOS GUARDE.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

QUEBREI A CARA




Com 29 votos pela cassação, 48 pela absolvição e três abstenções, Renan foi, novamente, inocentado pelos colegas em votação secreta. Eles julgaram improcedente a denúncia na qual Renan é acusado de quebrar o decoro por conta da suposta sociedade por meio de "laranjas" (terceiros) em duas emissoras de rádio e em um jornal no Estado de Alagoas. A verdade, é que depois de todos os discursos, -se que o Senado é formado por uma bando de mentirosos e, que dos 48 votos pela absolvição e 3 abstenções, muita gente vai passar um natal gordo às custas da viúva.
Agora, resta saber se haverá uma crise no Senado ou se a poeira irá se assentar. Caminhamos outra vez para buscar a verdade na máxima de Stanislau Ponte Preta. - " OU NOS LOCUPLETAMOS TODOS, OU RESTAURE-SE A MORALIDADE."0

SENADINHO IMORAL, menor E DESCOMPROMISSADO COM O POVO, É O NOSSO.
LEMBREM-SE QUE O SENADOR JEFERSON PERES PERGUNTOU, POR QUEM OS SINOS DOBRAM ?

PROCESSO DE RENAN CALHEIROS

O ex-presidente do Senado Federal, renunciou hoje, o Senador Renan Calheiros, ao contrário do que dizem os analistas que preconizam acordos para salvá-lo, deve perder o mandato daqui a mais algumas horas.
A absolvição, gerará um clima de insustentabilidade política no Senado que, além de ter dificuldades em eleger seu novo presidente, não conseguirá votar a CPMF. PODE SER QUE EU ME ENGANE, ACHO QUE RENAN PERDE O MANDATO.

NOTA DE FALECIMENTO

FALECEU EM 03/12/2007 - José de Souza Pinto na cidade do Rio de Janeiro. Para quem conhecia, era o Tio Zeca. Em mais de 80 anos, deixou-nos lições que sempre nos inspiram e confortam. Minha relação com ele era mais do que uma relação de sobrinho e tio, tinha algo especial e disso, falarei em outra ocasião.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Opinião do Blog

Sem nenhuma paixão política é fácil imaginar o estado de coisas que se colocam hoje na administração municipal de Campos. Um prefeito com apoio de quase todos os vereadores e partidos e se contrapõe ao grupo do ex-Governador Garotinho que apesar de alguns berros (bom cabrito não berra) se faz de morto. Olho aberto !! Garotinho é uma RAPOSA FELPUDA e está preparando alguma coisa. O troco é certo sejam quais forem as consequências.
E OS CONVÊNIOS DA PREFEITURA - Até agora o convenio que existia com a OAB ainda não foi explicado. Vou começar a pesquisar para saber se os convênios publicados no D.O. trazem com clareza os valores, objeto, quem recebe e quem é o responsável pela entidade ou empresa recebedora.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Em breve - Você não vai perder

Acompanhando a TV Senado no ano de 2007, podemos analisar na forma de pronunciamentos, de combatividade de presença na tribuna e nas comissões a atuação dos senadores de cada Estado da Federação. Embora a produtividade tenha sido pouca, as atitudes balizam pelo menos as intenções de cada senador.

CENTENÁRIO (RAPHAEL SANTANA) - ESSA HOMENAGEM AO MEU AVÔ É INDISPENSÁVEL

Quando leio nos jornais os anúncios de centenário de nascimento de pessoas, as mais diversas, pensava com os "meus botões" : como seria bom poder celebrar tal ,data. Não" pensava'" por mim, mas por meus pais. Minha mãe, ainda faltam uns quatro anos, mas meu pai JOSÉ DO CARMO SANT’ANNA o ‘JOÃO SANTANA DA LEOPOLDINA” vai ser breve. Filhos, noras, genros, netos e bisnetos reunidos no dia 16/07/2004, tudo fazendo para reviver os momentos vividos com um ser humano imenso no amor, na amizade, no companheirismo, na dedicação" em tudo, de bom que pode um ser como ele, viver e transmitir.

Papai não, nasceu aqui. Ele veio, ainda criança, lá de VARRE E SAl, distrito, de Natividade de Carangola, onde nasceu. A família se instalou numa localidade pequena, perto de Burarama. Eram agricultores e desmatadores. As toras de madeira que tiravam para formar a lavoura eram transportadas por carro de boi. Fui com ele conhecer o lugar quando tinha meus doze. Havia ainda restos da casa onde eles. Naquela parte da estrada que leva a Burarama, onde existe um despenhadeiro que acaba no rio, ele me falou que jogavam as toras e que elas eram levadas pela correnteza até Pacotuba, onde ficava uma serraria que beneficiava a madeira e de onde ela era levada para as cidades, passando primeiro por Cachoeiro.

Ele me falou, num misto de saudades, que naquele tempo ele tangia os bois, auxiliado pelo seu irmão, ainda um pedaço de gente, um garotinho, Tio Lázaro, que vem a ser pai de Luiz Carlos e Luiz Sérgio. Lembro-me até hoje, a emoção estava possuindo meu pai enquanto me contava. Perguntei o que ele estava sentindo e me disse que se lembrara de uma pessoa que conheceu e que caiu no rio junto com uma tora e que demorou a ter o corpo encontrado. Dá para imaginar as dificuldades que as crianças encontravam para trabalhar e era comum a todas elas.

Tempos depois de já viver ali na Basiléia, papai foi trabalhar na Leopoldina. Lembro-me dele trabalhando no Control, que ficava na parte de cima da estação e que controlava tudo em matéria de tráfego num determinado trecho da linha férrea. Logo depois que apareceu a "semana inglesa", ou seja, o expediente terminava ao meio dia de sába­do, papai foi trabalhar como Fiscal de Trens. Ele ficou muito mais conhecido e aumentou o seu círculo de amizades. Trabalhou, mais de quarenta anos e quando se aposentou sentiu um vazio muito grande. Começou a viajar muito, mas preferencialmente, pela Leopoldina. Não tinha semana, daí em diante, que ele não estava num trem, talvez para matar saudades. Imagino, até, que ele se mudou para Campos para poder ter motivo de ir e vir a Cachoeiro.

Papai foi meu grande líder. Sempre me disse para que eu nunca deixasse de estudar. Nunca me impôs limites, mas nunca eu os ultrapassei. Jogar futebol, servir o Exército, ser profissional de futebol e estudar Odontologia em Vitória, ele sempre me protegeu para que fosse o que eu quisesse. Só me pediu uma coisa: "SEJA SEMPRE HONESTO, NADA NA VIDA VALE MAIS DO QUE ISSO". Para demonstrar que ele queria que eu fosse, "eu mesmo", ele era Maçom, mas nunca me disse qualquer coisa, para que eu seguisse os seus passos.Não sei o por que? Minha admiração por ele é total. Foi um amigo, mais que um pai.

Eu tento ser para meus filhos, um pouco do pai que. tive. Para os meus netos, eu quero ser também, um pouquinho só, do avô excelente que ele foi para os seus netos.

Papai era fluminense (até no futebol) por nascimento e Cachoeirense de coração, sem ter recebido qualquer título. Muitos que do conheceram pensam que ele nasceu aqui.

16 de julho de 2004 é a data em que faz cem anos que um JOSÉ DO CARMO SANTANA, nasceu. Deus lhe concedeu o descanso eterno! '

NOVE ANOS DEPOIS DE SEU FALECIMENTO, UMA JUSTA HOMENAGEM

ABEL SANTANA
Abel Santana nasceu em Pacotuba, distrito de Cachoeiro, em 24 de agosto de 1916 e faleceu, aos 82 anos, em 04 de novembro de 1998. Casado com D. Dalva Melo Santana, era filho de José Antonio Santana e de D. Maria Dolores Santana. Filho de pais vindos das Ilhas Canárias, Abel Santana perdeu o pai aos 8 anos de idade. Foi tirador de leite, que vendia em garrafas fechadas com rolhas de sabugo de milho. Depois, ferroviário por 18 anos. Deixando a Leopoldina voltou à roça, de onde foi tirado pelo Dr. Dulcino Monteiro de Castro, ex-prefeito, para ser vereador e Prefeito Municipal de Cachoeiro, inscrevendo seu nome entre os grandes políticos de nossa terra.

Já agricultor e proprietário de terrenos urbanos, foi vereador em Cachoeiro de 1959 a 1962, e presidente da Câmara nos dois primeiros anos. Prefeito municipal de Cachoeiro, no período de 1963 a 1967. Durante seu mandato que a cidade teve as duas primeiras escolas superiores: de Filosofia, à frente as irmãs de caridade; e de Direito, então autarquia municipal, sendo a vontade de Abel Santana fundamental para sua criação. No seu governo criou-se o SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) e foram construídas escolas importantes (como o Ináh Werneck e o Anísio Ramos). Fundou o jornal “O Momento”. Também foi no seu governo que Cachoeiro ganhou seu hino oficial, o “Meu Pequeno Cachoeiro”, de Raul Sampaio (Lei Municipal nº 1.072, de 28 de julho de 1966). A atividade de Abel Santana em favor da educação, mesmo não tendo ele próprio grande escolaridade, é demonstração de que os políticos não precisam ter diplomas para governar; se tiverem respeito pela coisa pública e vergonha na cara, a ausência de diplomas, se não ajudar, não atrapalha em nada.

Em 1998, quando de seu falecimento, escrevi na “Folha do Espírito Santo”: “Para nós da classe média, o maior feito de Abel é a Faculdade de Direito, que ele diz ter criado para permitir que outros pudessem freqüentar um curso superior - “já que não pude estudar, pelo menos dei essa chance para outras pessoas”. Seu nome, e ele tinha muito orgulho disso, foi dado ao Diretório Acadêmico da Faculdade. Para as classes menos favorecidas sua grande obra, além da administração que fez voltada para eles, foi meter a mão no seu próprio patrimônio e distribuir quase tudo que tinha - hectares e mais hectares de terrenos urbanos - para que se construíssem casas onde moram hoje aproximadamente 10.000 famílias, no Zumbi e em áreas adjacentes. É belíssima a história dessas doações, das vendas a mísero preço, dos perdões das prestações a perder de vista”. Desnecessário dizer que mantenho íntegras essas palavras de quase um decêndio sobre Abel Santana. Ao contrário de outros políticos, felizmente não todos, a biografia de Abel só melhora com o decorrer dos anos.

Higner Mansur é advogado e estudioso da história cachoeirense

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Outros pitacos

- Os valores de royalts de petróleo recebidos por Campos são prêmios e mais prêmios da mega-sena por ano.

- É hora da Prefeitura prestar contas de forma cirsunstanciada dos gastos desses valores.

- Preocupa a notícia de que o PT e PMDB já teriam fechado acordo para absolver o Senador Renan Calheiros . O povo saberá responder aos que votarem de forma leviana. Reconhecer ou não a quebra do decoro parlamentar são votos normais, desde que fundamentado com segurança e consistência. Razões fúteis serão consideradas como aceitação de favores do governo.

DO BLOG DO NOBLAT




Amei Renan loucamente, como jamais pensei. Amei com a alma, com tudo que há de mais puro no meu ser.

Carregava no ventre o resultado de meu amor (...) ele entrou em pânico (...) Eu não acreditava que o homem que eu chamava de "docinho", agia daquela forma.

Para me precaver, gravei algumas conversas que tivemos durante a gravidez.

Mônica Veloso lança, na próxima quarta, o livro "O Poder que Seduz", em que conta sua versão da história de amor com Renan Calheiros - e diz que "a beleza venceu a feiúra". A colunista Mônica Bergamo antecipou os principais trechos do livro.

* "Música, perfume e um certo torpor. Champanhe na mão, conversávamos e sorríamos após o jantar [na casa do senador Ney Suassuna]. Havíamos brindado por mais um ano, o intenso ano de 2002 (...) Cercado por jornalistas, o senador Eduardo Suplicy falava, empolgado, sobre o programa Renda Mínima e a indicação de Henrique Meirelles para a presidência do Banco Central. Mais um pouco, o próprio Meirelles chegou (...) O vento agitando as cortinas, o barulho de cristais e porcelanas como rumores longínquos vindos da sala. Era como se fôssemos as únicas pessoas no mundo."

* "No mundo pode haver milhões de rosas, mas para o Renan eu era uma rosa única, que ele tratava com devoção comovente. Fazia as mais belas declarações de amor, me ligava várias vezes durante a noite para contar seus passos, cantarolava "Eu Sei que Vou Te Amar" ao telefone (...) Não sei se um dia ele admitirá isso, mas sei do quanto ele gostou de mim."

* "Ele também fazia pequenas coisas para me agradar. No início da relação, por exemplo, estava meio gordinho, e por achar que perder peso seria importante para mim, o que não é, procurou um médico no Rio e começou a dieta da proteína. Em pouco tempo estava nove quilos mais magro."

* "Como qualquer casal apaixonado, tínhamos nossos códigos, nossos momentos e nossas músicas(...) Nossa música marcante foi a do filme "Lisbela e o Prisioneiro". Misturávamos as nossas vozes com a do Caetano e cantávamos, baixinho, olhando no fundo dos olhos do outro: "Agora, que faço eu da vida sem você? Você não me ensinou a te esquecer. Você só me ensinou a te querer, e te querendo eu vou tentando me encontrar...".

* "[No Dia dos Namorados] Lembro-me que usava um vestido rosa-clarinho, decotado nas costas, e um creme que dava um tom dourado à pele. Invenções de mulher que adora uma novidade, ainda mais quando está apaixonada e querendo agradar o homem amado. Ele elogiou o vestido e ficou impressionado com os brilhinhos do creme, que grudavam no paletó de terno risca de giz azul-marinho que ele estreava naquela noite."

* "Um de seus sonhos mais freqüentes era ir comigo para o Carnaval da Bahia. Não no camarote: queria ir no chão, no estilo sem lenço e sem documento. Totalmente largado."

* "[Num jantar com amigos] também relembrou ao presidente Sarney minha participação na campanha da Roseana. Por fim, alegre, brincava: "Porque alguém tem que trabalhar nessa família". Sim, não posso negar que eu sonhava construir uma família com o Renan. Ele me falava do sonho de ter uma menina (...) O Renan parecia ser o homem que eu sempre mereci."

* "[Em dezembro de 2003] descobri que estava grávida, carregava no ventre o resultado de meu amor com Renan."

* "Quando contei sobre a gravidez, ele entrou em pânico. Dizia ser impossível. Afinal, argumentou, não éramos mais crianças. Fiquei muito triste com a sua reação. Pela primeira vez, percebi que o amor era lindo, mas a política, para ele, era tudo."

* "O celular tocou (...) [era] Renan, bem humorado, me chamando de doutora Mônica (...) [disse] que me amava demais e que encontraríamos uma forma de administrar a novidade e a vinda de uma filha, sim, porque ele tinha certeza de que a menininha que tanto sonhou, enfim, estava a caminho."

* "Ele prometeu que depois da campanha do desarmamento se "organizaria", o que em bom português queria dizer que se separaria para ficarmos juntos"

* "Decidimos, então, que eu me mudaria para uma casa alugada no Lago Norte, e lá vivi como reclusa, preocupada em esconder minha gravidez."

* "[Uma colunista do "Jornal de Brasília", do Distrito Federal] deu uma nota dizendo que eu estava grávida e a criança era filha do senador Renan Calheiros (...) Pediram-me para redigir uma nota, de próprio punho, negando que o filho fosse do Renan. Escrevi, chorando (...) quando ficamos sozinhos, pela primeira vez vi o Renan chorar."

* "Então, para me precaver, apenas para o caso de ele se recusar a admitir a paternidade, gravei algumas conversas que tivemos durante a gravidez (...) Nunca usei os diálogos para nada, muito menos para fazer chantagem, como insinuaram."

* "Continuamos nos relacionando. Ainda havia amor entre mim e Renan, sim, mas o encanto tinha acabado. Desde o final de 2003 eu sabia que ele, ao contrário do que me dizia, mantinha uma relação conjugal estável (...)."

* "A maioria das mulheres que pensa em roupa íntima e sensual pensa no vermelho. Pois eu prefiro a lingerie preta, branca ou bege. Por outro lado, um belo jeans, com uma camiseta branca, dependendo do sutiã de rendas que estiver por baixo, é extremamente charmoso e eu diria até provocante"

sábado, 24 de novembro de 2007

Outros pitacos

Mulheres no Brasil ficam nas mesmas celas dos homens. Seria cômico se não fosse tragico e envolvesse menores. Nosso País está nos extertores da morte

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

O Blog agora é esse

O Blog do Mario Marcio está desativado. A partir de agora estaremos aqui.

Outros pitacos
O Caso Renan Calheiros – Fala-se abertamente no acordo que esta sendo feito no Senado Federal com a intenção de trocar a aprovação da CPMF pela absolvição de Renan Calheiros. Ele renunciaria à presidência do Senado e manteria o Mandato. Tirando os três votos da subserviente e insípida bancada do Estado do Rio de Janeiro, não consigo imaginar senadores da estirpe de Pedro Simon, Renato Casagrande, Eduardo Suplicy e Aloisio Mercadante (esse no voto de confiança porque já se absteve de outra vez) votando pela absolvição de Renan.Os clubes do interior no Campeonato Estadual 2008 – Americano, Cardoso Moreira e Macaé todos vão disputar o Campeonato Estadual de 2008 e, mais uma vez, Rubens Lopes, Eurico Miranda e Cia depreciam o interior e decretam: No interior só os times pequenos, os quatro grandes não podem jogar nesses estádios pouco cotados e nós aceitamos isso impassíveis. É uma vergonha que nossos dirigentes não tenham sequer debatido o assunto. Daqui a pouco, a Federação vai exigir que os clubes do interior tenham sede e campo na capital, senão . . . . . babau .O atraso no pagamento dos funcionários terceirizados da Prefeitura - Desde 1998 essa matéria, vez por outra, surge no noticiário. A Constituição Federal de 1988, proibiu de maneira total e absoluta a contratação de funcionários sem concurso público e, desde então, Anthony Garotinho, Sérgio Mendes, outra vez Garotinho, Arnaldo Viana, Carlos Alberto Campista e Alexandre Mocaiber vem descumprindo de forma sistemática a legislação e buscando formas “pouco convencionais” para burlar a Lei, sempre com prejuízo para esses pobres servidores que pensam que tem alguma garantia e que trabalham na Prefeitura. Os funcionários sempre saem perdendo e os administradores públicos sempre saem impunes . A corda sempre arrebenta do lado mais fraco. Olho aberto.
Postado por BLOG DO MARIO MARCIO às 09:06 0 comentários

ONDE ESTARÁ A VERDADE ?
Hoje, a notícia que mais se ouve nas ruas da cidade, é que amanhã tudo estará parado. A BILIONÁRIA Prefeitura de Campos não tem dinheiro para pagar salários.Só quem tem dinheiro na prefeitura são os ban ban bans, as pessoas que mandam no orçamento e deles se utilizam para comprar carros, fazer viagens, nacionais e internacionais e assinar contratos para construção de mais de 4 mil casas populares que, não tenham dúvidas, devem ser entregues aos empreiteiros de plantão, além de outras coisas mais.Há uma casta de novos ricos na prefeitura. Enquanto isso, o povo sofre as consequências da falta de salários e não há uma autoridade que tome uma providência séria contra esse descalabro.
Postado por BLOG DO MARIO MARCIO às 09:06 0 comentários

Mais sobre Campos
As dificuldades por que passa a Prefeitura Municipal de Campos, com atrasos em pagamentos de funcionários e fornecedores e as notícias que chegam lá de dentro, de funcionários dos mais variados escalões, funções e comissões, nos faz supor que a corrupção é generalizada e que não resistiria a uma investigação que fosse minimamente séria.Esbanjar royalts de petróleo, utilizar dinheiro público em interesses privados enquanto a população fica à míngua, aumenta os índices de criminalidade e reduz de forma considerável o IDH do Município.A transparência é bastante simples. Basta que a municipalidade determine a abertura para consulta pública de todos os convênios do Município. Creiam ficaremos todos embasbacados. As pessoas, físicas e jurídicas que se locupletam do dinheiro público formam uma lista assustadora. Até pouco tempo, a própria O.A.B também recebia dinheiro do convênio. Pelo que se sabe, o convênio acabou, mas onde foi o dinheiro ainda não foi revelado.Hoje surge a noticia do custo de cada vereador por ano, um verdadeiro absurdo. Isso no oficial. Imagine o que acontece no paralelo.Resta saber, se sentimos saudades da honestidade de Rui Barbosa que se envergonhava de ver triunfar as nulidades, ou de Stanislau Ponte Preta que pregava : “Ou nos locupletamos todos, ou restaure-se a moralidade” 03/11/2007
Postado por BLOG DO MARIO MARCIO às 09:05 0 comentários

Dois Pitacos
O primeiro, de nossa city, são patéticas as imagens do ex-governador Garotinho fazendo manifestação pública na porta da Câmara Municipal se contrapondo a outra manifestação realizada por Xana Carla, defendendo a forma de relacionamento do chefe do executivo municipal com os srs. Vereadores.Como o barulho dos trios elétricos estivessem atrapalhando a reunião ordinária da Câmara, foi solicitado que a Polícia Militar fosse aos trios e solicitasse que o som fosse desligado. O trio comandado por Xana Carla obedeceu, o do ex-governador, acima do bem e do mal, continuou o barulho. Aí, subiu ao trio o Comandante da Polícia Militar, Cel. Gelesi e colocando o dedo no rosto do ex-governador num gesto patético, fez cessar o som. Um ex-governador, trocando-se com uma pessoa que defende a prefeitura por dever de gratidão e insulflando a população à desobediência civil, que diga-se de passagem não era sua atitude ao mandar a PM dispersar professorem em manifestação no Palácio Guanabara.
Postado por BLOG DO MARIO MARCIO às 09:04 0 comentários

quinta-feira, 22 de novembro de 2007