
A Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou nesta quarta-feira (20) a criação de uma subcomissão para investigar a morte do ex-presidente João Goulart no exílio. Os deputados querem analisar as denúncias do engenheiro uruguaio Mário Barreiro, que está preso na penitenciária de segurança máxima de Charqueadas (RS).
Ele afirma que foi agente secreto do governo militar uruguaio e que participou de uma operação para assassinar o ex-presidente. Barreiro diz espionou e gravou conversas de Jango - exilado no Uruguai e Argentina - e que trocou os remédios que ele tomava para o coração.
O deputado Adroaldo Loureiro (PDT), autor do requerimento de criação da subcomissão, diz que, além de ouvir o uruguaio, pretende ter acesso às investigações da Polícia Federal sobre o caso e que poderá pedir a exumação do corpo do ex-presidente.
[Na época da morte de Jango] apenas houve um atestado, mas sem nenhuma profundidade, sem investigação. Foi até por dedução de que [a morte] teria ocorrido por um problema cardíaco", disse.
Ele afirma que foi agente secreto do governo militar uruguaio e que participou de uma operação para assassinar o ex-presidente. Barreiro diz espionou e gravou conversas de Jango - exilado no Uruguai e Argentina - e que trocou os remédios que ele tomava para o coração.
O deputado Adroaldo Loureiro (PDT), autor do requerimento de criação da subcomissão, diz que, além de ouvir o uruguaio, pretende ter acesso às investigações da Polícia Federal sobre o caso e que poderá pedir a exumação do corpo do ex-presidente.
[Na época da morte de Jango] apenas houve um atestado, mas sem nenhuma profundidade, sem investigação. Foi até por dedução de que [a morte] teria ocorrido por um problema cardíaco", disse.
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