
O presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), afirma que a ministra respondeu a questão política do dossiê de forma técnica. “Ela deu uma resposta burocrática para uma pergunta política.” O líder do DEM, José Agripino (RN), reclamou que a ministra teria “dramatizado” ao responder sua pergunta relacionando o suposto dossiê à ditadura militar. Para ele, se a base enxergou uma “vitória” no depoimento é porque houve uso eleitoral da audiência. Agripino qualificou as intervenções da ministra como “evasivas” e deseja ouvir Dilma novamente após a investigação da Polícia Federal sobre o suposto dossiê. Para o líder tucano Arthur Virgílio (AM), a ministra não teve firmeza ao tratar do dossiê. Ele ironizou a euforia da base e a “candidatura” e também defendeu novas audiências. “Temos muitos esclarecimentos para cobrar. Eu não falei um quinto do que queria.” A audiência não contou com muitos deputados da oposição. Como não teriam direito a fazer perguntas, alguns apenas passaram pela sala. O comportamento da base aliada foi diferente. Líderes na Câmara e deputados governistas se revezaram na sala durante todo o depoimento.
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