sábado, 15 de dezembro de 2007

CPMF E SAÚDE UMA EQUAÇÃO SEM RESULTADOS

Desde a sua criação, o imposto sobre as movimentações financeiras, de liquidez imediata e diária, tinha como destinação ajudar a combalida saúde no Brasil.
Passados os anos e após várias prorrogações, com uma previsão de arrecadação da ordem de 40 bilhões de reais em 2008, morreu esta semana e foi sepultada pelos senadores.
O emblemático, é que ainda nesse 2007, a maioria dos estados do Nordeste a saúde entrou em colapso e não havia CPMF que desse jeito. Após inúmeras mortes evitáveis o problema foi minorado, mas ainda aflige a população que depende do SUS.
No Rio de Janeiro o maior hospital de emergência correu o risco de ser interditado por contaminação de bactérias e o Dr. Temporão teve arritmia e disse que a perda da CPMF era luto na saúde nacional.
Como paciente do SUS, era capaz de morrer de arritmia e não ser atendido e de luto, já deveria estar desde que assumiu o Ministério, pois em nada melhorou o atendimento de quem precisa.
Se a teoria for a quanto pior melhor, se com a CPMF, o SUS paga R$ 7,00 por uma consulta, sem ela a população vai ser dizimada por falta de atendimento médico.

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